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Chique no último!
O nosso famoso curandeiro (quem participa do TEDxVilaMadá vai me entender) está lá em Palm Prings para o TEDActive.
Sobre o TEDActive:
Entre os dias 28 de fevereiro e 4 de março de 2011, convidados especiais e criteriosamente selecionados se reúnem em Palm Springs, Califórnia, para acompanhar ao vivo uma transmissão do TED. Trata-se do TEDActive, conferência organizada pela segunda vez com o objetivo de estimular a reflexão sobre ideias inovadoras para o futuro, num ambiente de diálogo, música, saraus, oficinas e palestras. O evento conta com a presença de cientistas, blogueiros, CEOs, empresários, designers, humanitários, tecnólogos e artistas.
Vários TEDx Organizers participam da conferência e o TEDxVilaMadá foi convidado em função da sua enorme capacidade de mobilização e articulação de pessoas em rede. O curador do TEDxVilaMadá, Maurício Curi, vai transmitir os melhores momentos da conferência pelo twitter (@tedxvilamada).
Além das experiências dinâmicas construídas na programação da conferência, os participantes do TEDActive poderão, ainda, dar seu próprio depoimento no TEDYou, participar das oficinas de acolhimento, propor atividades e participar de projetos de ação.
Arrasa lá Mau!!!
Oi,
Tive a enorme honra de palestrar para o colégio Passo Seguro (link da notícia) na semana passada.
O assunto, nada mais nada menos, que o espinhoso mundo das novas tecnologias.
Foram duas palestras com intuitos diferentes, a primeira para professores fizemos uma discussão de qual seria o papel do professor nessa sociedade que surge.
A geração Z, ou nativos digitais, são o principal público das escolas hoje. Os professores estão lidando com a era que já nasceu no mundo digital, dizem que eles têm características como individualismo e imediatismo.
Apresentei os conceitos das gerações: Baby Boomers, Geração X, Geração Y e Nativos digitais, e as principais diferenças entre eles.
Discutimos sobre as ferramentas que poderiam ser utilizadas como forma de aprendizado, tais como blogs, redes sociais, youtube, etc.
Assistimos alguns vídeos que levantam exatamente este ponto, recomendo muito:
Acho que é só.
Depois disponibilizo o ppt!
Olá, Feliz 2010 para todos os leitores do CVira, meu!!! Muito axé para todos!
O assunto de hoje é Teoria do U, você conhece? Nãoooo?!?!?! Como assim?????? É uma das trends 2010 segundo a VocêSA!
É a resposta para a crise, segundo a HSM !!! É o grande Oráculo!!!
A teoria está descrita no livro Presença – Propósito humano e o campo do futuro, o livro propicia ao leitor uma visão profunda do desenvolvimento de uma nova teoria sobre mudança e aprendizado. Dentre os autores principais, destaco C. Otto Scharmer, professor na Sloan School of Management do Massachusetts Institute of Technology, professor-visitante da Helsinki School of Economics, pesquisador de assuntos internacionais; e Peter Senge, também professor do MIT, fundador da SOL e autor da Quinta Disciplina.
Mas o que diacho é a Teoria do U???
(trecho da entrevista com Otto para a HSM, leia na íntegra aqui)
Legal! Agora você tem uma noção básica do que é a Teoria do U, mas e aí?
Em 2009 tive a oportunidade de fazer um curso super legal sobre a Teoria do U na prática, chamado Change Lab da Reos Partners.
Trabalhando a pergunta “Como abordar a complexidade do consumo consciente?” vivenciamos os 3 principais movimentos : co-sentir, co- presenciar e co-criar. Utilizamos uma combinação de práticas de diálogo, jornadas de aprendizagem, exercícios práticos, aulas expositivas e expressões artísticas e físicas. Assim foi possível entender melhor as etapas da Teoria do U, e potencializar as minhas habilidades para resolver os problemas sociais mais complexos.
Passamos (literalmente) pelas etapas da teoria, descritas abaixo e para cada etapa trabalhamos um exercício específico além de entendermos como o ser humano se comporta e lida em cada tema.
Foi extremamente rico, adorei o curso! Infelizmente nenhuma empresa me deixou praticar (bléee…) mas já que está sendo um assunto quente de 2010, talvez seja o meu ano de por em prática os aprendizados.
Para quem quer saber mais:
E é só pessoal!!!
Ontem escrevi um testinho pruma amiga falando de colaboração, ficou legalzinho e resolvi publicar:
Essa tal de colaboração?
A colaboração explora a capacidade, engenhosidade e a inteligência humana com mais eficiência, parece difícil, mas com conhecimento, competência e recursos coletivos reunidos em amplas redes, podemos mobilizar todos para realizar muito mais do que uma única pessoa/empresa agindo sozinha.
Ao integrar os talentos de individuos e organizações distantes a fim de um objetivo maior, estaremos utilizando todo o potencial colaborativo humano.
Alguns vídeos abaixo que exemplificam bem o texto acima.
Esse sem dúvida nenhuma é o mais “motivacional” de todos para colaboração, você tem vontade de levantar e sair correndo pra ajudar o menino!!! Para iniciar uma discussão sobre colaboração é o melhor.
Este “We Think” – Charles Leadbeater é muito bom, procativo! Serve para introduzir a discussão de percepção de mudança no mundo, como você está inserido no novo modelo de colaboração mundial? Você é age ou você observa? Você mobiliza ou você vai na onda? ou você nem sabe, nem quer saber e tem muita raiva de quem sabe?
Esse é legal uma provocação 2, para o negócio, pois é um comercial da Motorola para o lançamento do Optimus 3G, pergunta: qual é o apelo do comercial? Qual foi o intuito?
E aé? Qual é o problema?
Se colaboração é tão da hora, pq em uma empresa não conseguimos mobilizar as pessoas?
Bom, toda vez que as pessoas compartilham seus conhecimentos em grupo, devem justificar publicamente seus pontos de vista, este é o momento mais difícil pois gera inseguranças e dúvidas internas, medo de ir contra as normas da comunidade, ou arruinar relacoes estabelecidas, ea necessidade geral de defender suas proprias ideias. de maneira geral, a colaboração geral resultados fantásticos, mas é extremamente frágil pois lida diretamente com a insegurança humana.
E o que fazer?
Existem pessoas que são chamadas de Early Adopters (primeiros a adotarem) que são os que buscam a mudança, estão antenados e entendem que o novo é algo para ser experimentado. Os Early adopters geralmente estão espalhados pela empresa e em menor número, assim toda vez que surge uma idéia nova, existe muita resistência do restante do grupo, deixando o Early adopter desanimado, jururu.
Assim, um bom começo é conectar os Early adopter, a fim de fortalecer a autoconfiança nesse tipo de atitude e perfil de colaborador, claro que com incentivos e reconhecimentos é muito melhor, pois eles podem se tornar “formadores de preferencia”, ou seja, pessoas que cujas opiniões são respeitadas, e influenciam o comportamento de outras, na maioria das vezes com o intuito de encorajar o novo.
Um slideshare, alá storytellin no melhor estilo Sacha Chua explica muito bem o texto acima.
Textos baseados no livro Wikinomics, Dan Tapscott e Anthony D. Williams. Gestão do Conhecimento – Nonaka e Takeuchi. O poder das multidões – Jeff Howe. A cauda longa – Chris Anderson
Imperdoável! Esqueci de postar que nós aparecemos no KMOL !!!!!!
A Ana Neves que é uma das pessoas mais inteligentes, legais e, principalmente humildes (ela me deu atenção bemmmm antes de eu virar celebridade, rs!) que eu tive o prazer de conhecer !!!!!! Ana Neves é 10!!!
Ela postou no portal KMOL um case sobre a Daiichi Sankyo e eu esqueci de informar no meu bloguinho!!!
Ficou muito bacana a entrevista!!!
Confiram tudo neste link!
Abraços para a Ana Neves!!!

A Sabedoria das Equipes (título traduzido por mim, não sei se tem em portugues,rs)
Recebi o email do Idea Connection, modelo de crowdsourcing DEMAISSS… um link para uma entrevista com o autor de nome difícil Jon Katzenbach, do livro The Widsom of Teams, que faz muito sentido estar linkado no modelo de crowdsourcing.
A parte abaixo sintetiza muito do que podemos fazer para tirar o melhor proveito do grupo (tô com preguiça de traduzir, vai estudar inglês, pô! rs):
Graham Duncan (GD): Katzenbach Partners helps clients “achieve breakthrough organizational performance.” How do you move your clients from survival mode to breakthrough performance – especially in these challenging economic times?
Jon Katzenbach: By far the most critical aspect of a turnaround challenge, which is to say moving from survival to “breakthrough”, is getting the informal elements of the organization to support and catalyze the formal elements. The informal elements include such things as culture, values, work norms, emotional energy, and collaboration.
Link para a entrevista completa
“Elementos informais” como cultura, valores, normas de trabalho(?pq essa é informal?), energia emocional e colaboração fazem a diferença na hora de extrair o melhor de cada grupo, acho que esta reportagem só reforça a minha visão de Gestão Futura.
No livro “O Futuro da Administração” Gary Hamel, a empresa Gore fala sobre os desafios do programa de inovação em gestão:
Como fazer para que todos em sua empresa sejam inovadores?
Resp da Gore: Afaste-se da hierarquia, dê cada parceiro tempo de diletantismo para inovação e reforce continuamente a convicção de que inovação pode vir de qualquer pessoa.
Como garantir que as crenças sagradas de gestão não sufoquem a inovação?
Resp da Gore: NÃO FAÇA DA APROVAÇAO DA “ADMINISTRAÇÃO” UM PRÉ REQUISITO PARA INICIAR NOVOS PROJETOS. (as letras garrafais são por minha conta) utilize processo de alocação de recursos entre os colegas = link dirrrrreeeetoooo com a entrevista acima, meios INFORMAIS.
Como arrumar tempo e espaço quando todos estão trabalhando a pleno vapor?
Resp da Gore: Extrair 10% do tempo da equipe para projetos que, do contrário, ficariam fora do alcance, conceda bastante tempo para que novas ideias seja filtradas e refinadas; junte funcionários com habilidades diferentes para facilitar a colaboração em torno de novas ideias.
TUDO faz sentido agora, sempre achei que o modelo INFORMAL para a geração de soluçoes inovadoras é mais rápido e mais eficiente, por um simples fato, quando a coisa é feita “na amizade” é na amizade, poxa, muuuuuito mais útil do que o protocolo número 76 e o workflow e o PMOK PMOB 6sigma e 8 neperiano, etc etc
Porém, para a execução em si, e inserção no modelo do negócio é quase essencial uma sistematizaçao formal, logo o equilíbrio é a palavra chave.
Tão óbvio….e tão complexo….