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Educação 2.0 – Os slides

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Educação 2.0! Falar é fácil…

Oi,
Tive a enorme honra de palestrar para o colégio Passo Seguro (link da notícia) na semana passada.
O assunto, nada mais nada menos, que o espinhoso mundo das novas tecnologias.

Foram duas palestras com intuitos diferentes, a primeira para professores fizemos uma discussão de qual seria o papel do professor nessa sociedade que surge.

A geração Z, ou nativos digitais, são o principal público das escolas hoje. Os professores estão lidando com a era que já nasceu no mundo digital, dizem que eles têm características como individualismo e imediatismo.

Apresentei os conceitos das gerações: Baby Boomers, Geração X, Geração Y e Nativos digitais, e as principais diferenças entre eles.

Discutimos sobre as ferramentas que poderiam ser utilizadas como forma de aprendizado, tais como blogs, redes sociais, youtube, etc.

Assistimos alguns vídeos que levantam exatamente este ponto, recomendo muito:

Acho que é só.

Depois disponibilizo o ppt!

 

 

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A árvore do conhecimento e as sementes da ignorância.

Fui em um curso com o sociólogo e matemático Michel Authier, sobre Árvore do Conhecimento. A empresa Educartis orquestrou o curso.

As árvores de Conhecimentos[1] são um método informatizado para a gestão global das competências nos estabelecimentos de ensino, nas empresas, nos centros de emprego, nas coletividades locais e nas associações.

Este post não é exatamente para falar o que é a árvore do conhecimento, acredito que o melhor seria você ser o livro do Michel, ou ainda, se der uma googlada encontra matérias de aplicação prática como esta da Época Negócios.

Eu estava no curso e tive um insight estranho em relação a ignorância. Acho que a internet hoje é quase uma manifestação mística, acho que posso comparar como a bruxaria no século X, Merlin só ficou famoso porque sabia uma meia dúzia de elementos químicos explosivos e era bom de simsalabim!

Merlin tendo um insight "Twitter"

Merlin tendo um insight "Twitter"

- Caro conselheiro Merlin! O que o traz aos meus aposentos?

- Tenho uma nova arma secreta contra os inimigos, rei Arthur.

- Grande amigo, por favor apresse-se em me mostrar tal arma.

- Majestade, o senhor entra na internet e acessa www.twitter.com e voilá!

- mmmm…interessante! E o que esse tal de twitter faz?

- Majestade, o senhor colocar pequenas sementes de 140 caracteres que enfeitiça os seus súditos que passam a te seguir cegamente!

- Que maravilha!!! Que maravilha!!!

Existem algumas empresas no mercado que fazem igual ao Merlin da minha historinha, se aproveitam de novas ondas, novidades que poucos entendem e transformam em algo que não são e tentam vender goela baixo para os nossos reis.

São tantas as novas ondas, tantas as novas tendências que é fácil se encantar por todas e ser levado pela primeira consultoria tosca que fala que é EXPERT EM REDES SOCIAIS.

Não sei exatamente a razão, mas a maioria das empresas fala muita besteira em relação a redes sociais na internet. E acho difícil separar o joio do trigo.

De maneira geral, eu considero as empresas sérias aquelas que tratam redes sociais primeiramente como uma rede de pessoas (pq afinal de contas é isso mesmo) se ela entender de gente já é um grande passo!

Depois tem que entender do que ela propõe! Se ela falar sobre twitter vou caçar o twitter e ver como eles se posicionam. Se falar sobre facebook the same, orkut, youtube, yahoo answers, vimeo, slideshare, flirck, ….

Abaixo as sementes da ignorância!!!

IUHUUUU para as árvores de conhecimento!!!


[1] As árvores de conhecimentos ou árvores de competências são uma marca registrada da sociedade Trivium SA. Elas crescem graças ao software Gingo™, desenvolvido por esta mesma socoedade. Ver Michel Authier, Pierre Levy, Les Arbres des connaissances, prefácio de Michel Serres, Paris, La découvrete, 1992, nova edição 1996, argumentada de um pósfácio, em edição de bolso, pelo mesmo editor.

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Teoria do U – Oráculo empresarial 2010 !!!

Olá, Feliz 2010 para todos os leitores do CVira, meu!!! Muito axé para todos!

O assunto de hoje é Teoria do U, você conhece? Nãoooo?!?!?! Como assim?????? É uma das trends 2010 segundo a VocêSA!

É a resposta para a crise, segundo a HSM !!! É o grande Oráculo!!!

A teoria está descrita no livro Presença – Propósito humano e o campo do futuro, o livro propicia ao leitor uma visão profunda do desenvolvimento de uma nova teoria sobre mudança e aprendizado. Dentre os autores principais, destaco C. Otto Scharmer, professor na Sloan School of Management do Massachusetts Institute of Technology, professor-visitante da Helsinki School of Economics, pesquisador de assuntos internacionais; e Peter Senge, também professor do MIT, fundador da SOL e autor da Quinta Disciplina.

Mas o que diacho é a Teoria do U???

É uma nova lente para olhar a liderança e a gestão, e também um tipo de metodologia. Como lente, observa a liderança e as habilidades sociais de um ponto de vista profundo, que não só leva em conta o que fazem os líderes e como o fazem, mas que enfoca algo que não tinha sido contemplado pelos teóricos: o lugar de onde atuam.
E ali o primeiro nível é a qualidade da atenção. A primeira vez que percebi essa ideia foi durante uma conversa com o ex-presidente-executivo da Hanover Insurance, Philip Ryan. Ao falar das experiências mais importantes de seus 25 anos de liderança, ele me disse que o sucesso dependia de seu estado interior, da qualidade da atenção que devotava a cada situação. Comecei a entender qual é o impacto da qualidade da atenção que colocamos em nosso trabalho e em nossa vida. Para resumir em uma frase a Teoria U: a atenção que se presta a uma situação determina a forma como ela evoluirá.

(trecho da entrevista com Otto para a HSM, leia na íntegra aqui)

Legal! Agora você tem uma noção básica do que é a Teoria do U, mas e aí?

Em 2009 tive a oportunidade de fazer um curso super legal sobre a Teoria do U na prática, chamado Change Lab da Reos Partners.

Trabalhando a pergunta “Como abordar a complexidade do consumo consciente?” vivenciamos os 3 principais movimentos : co-sentir, co- presenciar e co-criar. Utilizamos uma combinação de práticas de diálogo, jornadas de aprendizagem, exercícios práticos, aulas expositivas e expressões artísticas e físicas.  Assim foi possível entender melhor as etapas da Teoria do U, e potencializar as minhas habilidades para resolver os problemas sociais mais complexos.

Passamos (literalmente) pelas etapas da teoria, descritas abaixo e para cada etapa trabalhamos um exercício específico além de entendermos como o ser humano se comporta e lida em cada tema.

Foi extremamente rico, adorei o curso! Infelizmente nenhuma empresa me deixou praticar (bléee…) mas já que está sendo um assunto quente de 2010, talvez seja o meu ano de por em prática os aprendizados.

Para quem quer saber mais:

E é só pessoal!!!


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Essa tal de colaboração?

Ontem escrevi um testinho pruma amiga falando de colaboração, ficou legalzinho e resolvi publicar:

Essa tal de colaboração?

A colaboração explora a capacidade, engenhosidade e a inteligência humana com mais eficiência, parece difícil, mas com conhecimento, competência e recursos coletivos reunidos em amplas redes, podemos mobilizar todos para realizar muito mais do que uma única pessoa/empresa agindo sozinha.

Ao integrar os talentos de individuos e organizações distantes a fim de um objetivo maior, estaremos utilizando todo o potencial colaborativo humano.

Alguns vídeos abaixo que exemplificam bem o texto acima.

Esse sem dúvida nenhuma é o mais “motivacional” de todos para colaboração, você tem vontade de levantar e sair correndo pra ajudar o menino!!! Para iniciar uma discussão sobre colaboração é o melhor.

Este “We Think” – Charles Leadbeater é muito bom, procativo! Serve para introduzir a discussão de percepção de mudança no mundo, como você está inserido no novo modelo de colaboração mundial? Você é age ou você observa? Você mobiliza ou você vai na onda? ou você nem sabe, nem quer saber e tem muita raiva de quem sabe?

Esse é legal uma provocação 2, para o negócio, pois é um comercial da Motorola para o lançamento do Optimus 3G, pergunta: qual é o apelo do comercial? Qual foi o intuito?

E aé? Qual é o problema?

Se colaboração é tão da hora, pq em uma empresa não conseguimos mobilizar as pessoas?

Bom, toda vez que as pessoas compartilham seus conhecimentos em grupo, devem justificar publicamente seus pontos de vista, este é o momento mais difícil pois gera inseguranças e dúvidas internas, medo de ir contra as normas da comunidade, ou arruinar relacoes estabelecidas, ea necessidade geral de defender suas proprias ideias. de maneira geral, a colaboração geral resultados fantásticos, mas é extremamente frágil pois lida diretamente com a insegurança humana.

E o que fazer?

Existem pessoas que são chamadas de Early Adopters (primeiros a adotarem) que são os que buscam a mudança, estão antenados e entendem que o novo é algo para ser experimentado. Os Early adopters geralmente estão espalhados pela empresa e em menor número, assim toda vez que surge uma idéia nova, existe muita resistência do restante do grupo, deixando o Early adopter desanimado, jururu.

Assim, um bom começo é conectar os Early adopter, a fim de fortalecer a autoconfiança nesse tipo de atitude e perfil de colaborador, claro que com incentivos e reconhecimentos é muito melhor, pois eles podem se tornar “formadores de preferencia”, ou seja, pessoas que cujas opiniões são respeitadas, e influenciam o comportamento de outras, na maioria das vezes com o intuito de encorajar o novo.

Um slideshare, alá storytellin no melhor estilo Sacha Chua explica muito bem o texto acima.

Textos baseados no livro Wikinomics, Dan Tapscott e Anthony D. Williams. Gestão do Conhecimento – Nonaka e Takeuchi. O poder das multidões – Jeff Howe. A cauda longa – Chris Anderson

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KMOL – Gestão de Conhecimento e Aprendizagem Organizacional

Imperdoável! Esqueci de postar que nós aparecemos no KMOL !!!!!!
A Ana Neves que é uma das pessoas mais inteligentes, legais e, principalmente humildes (ela me deu atenção bemmmm antes de eu virar celebridade, rs!) que eu tive o prazer de conhecer !!!!!! Ana Neves é 10!!!

Ela postou no portal KMOL um case sobre a Daiichi Sankyo e eu esqueci de informar no meu bloguinho!!!

Ficou muito bacana a entrevista!!!
Confiram tudo neste link!

Abraços para a Ana Neves!!!

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The Widsom of Teams (A Sabedoria das Equipes)


A Sabedoria das Equipes (título traduzido por mim, não sei se tem em portugues,rs)

Recebi o email do Idea Connection, modelo de crowdsourcing DEMAISSS… um link para uma entrevista com o autor de nome difícil Jon Katzenbach, do livro The Widsom of Teams, que faz muito sentido estar linkado no modelo de crowdsourcing.

A parte abaixo sintetiza muito do que podemos fazer para tirar o melhor proveito do grupo (tô com preguiça de traduzir, vai estudar inglês, pô! rs):

Graham Duncan (GD): Katzenbach Partners helps clients “achieve breakthrough organizational performance.” How do you move your clients from survival mode to breakthrough performance – especially in these challenging economic times?

Jon Katzenbach: By far the most critical aspect of a turnaround challenge, which is to say moving from survival to “breakthrough”, is getting the informal elements of the organization to support and catalyze the formal elements. The informal elements include such things as culture, values, work norms, emotional energy, and collaboration.

Link para a entrevista completa

“Elementos informais” como cultura, valores, normas de trabalho(?pq essa é informal?), energia emocional e colaboração fazem a diferença na hora de extrair o melhor de cada grupo, acho que esta reportagem só reforça a minha visão de Gestão Futura.
No livro “O Futuro da Administração” Gary Hamel, a empresa Gore fala sobre os desafios do programa de inovação em gestão:

Como fazer para que todos em sua empresa sejam inovadores?
Resp da Gore: Afaste-se da hierarquia, dê cada parceiro tempo de diletantismo para inovação e reforce continuamente a convicção de que inovação pode vir de qualquer pessoa.

Como garantir que as crenças sagradas de gestão não sufoquem a inovação?
Resp da Gore: NÃO FAÇA DA APROVAÇAO DA “ADMINISTRAÇÃO” UM PRÉ REQUISITO PARA INICIAR NOVOS PROJETOS. (as letras garrafais são por minha conta) utilize processo de alocação de recursos entre os colegas = link dirrrrreeeetoooo com a entrevista acima, meios INFORMAIS.

Como arrumar tempo e espaço quando todos estão trabalhando a pleno vapor?
Resp da Gore: Extrair 10% do tempo da equipe para projetos que, do contrário, ficariam fora do alcance, conceda bastante tempo para que novas ideias seja filtradas e refinadas; junte funcionários com habilidades diferentes para facilitar a colaboração em torno de novas ideias.

TUDO faz sentido agora, sempre achei que o modelo INFORMAL para a geração de soluçoes inovadoras é mais rápido e mais eficiente, por um simples fato, quando a coisa é feita “na amizade” é na amizade, poxa, muuuuuito mais útil do que o protocolo número 76 e o workflow e o PMOK PMOB 6sigma e 8 neperiano, etc etc

Porém, para a execução em si, e inserção no modelo do negócio é quase essencial uma sistematizaçao formal, logo o equilíbrio é a palavra chave.

Tão óbvio….e tão complexo….

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Em uma entrevista com a Jeanne (Arquiteta de Gestão do Conhecimento da NASA) perguntaram:

O engajamento da Nasa em redes sociais mudou muito desde a posse de Obama???

Muito. Já tínhamos uma filosofia aberta, open source, de compartilhamento, transparência, e a diferença é que essa política agora virou prioridade. Com Bush era mais difícil, não tínhamos tantos canais de comunicação com os cidadãos porque ele estava focado em outras coisas, como o Iraque, segurança interna, etc. Com obama é maravilhoso porque o estímulo à colaboração é muito grande e inédito. Vi que o Brasil todo parece ter essa filosofia aberta no governo, que apoia o Creative Commons por exemplo. Isso é ótimo porque cria conversa, links entre governos. Nos Estados Unidos, o que ocorreu foi nos perguntarmos como poderíamos levar da forma mais rápida possível a informação às pessoas, ouvir o que elas têm a dizer e só então fazer mudanças. A ideia é que o cidadão transforme o governo da forma que ele acha correta.

Por motivos óbvios a relação NASA e Bush, e depois NASA e Obama é similar a relação funcionários e gerentes!

Manda quem pode, obedece quem tem juízo.
Nós temos a opção de ser Bush: preocupados com o Iraque, com segurança da informação, políticas, demissões, cortes de custo de papel higiênico OU
ser Obama: preocupados com os cidadãos…seu principal cliente!!!
Outra parte emocionante é “A Nasa está aonde estão os cidadãos”!!!
Poxa, a Nasa abre espaços (desculpem o trocadilho…rs) para transformar o governo “para”o povo para um governo “do” povo.
Será que a empresa não deveria se aventurar também? em deixar de ser uma empresa “para” o cliente e começar a ser uma empresa “do” cliente.

Pensando em saúde, meu ramo, será que se tivéssemos uma porta aberta para pacientes e médicos e farmacêuticos falarem com a gente, reclamarem, pensarem junto, elogiarem….não teríamos um diferencial hoje e uma base para o futuro??? Enquanto as empresas vão correr atrás dos seus “clientes” nossos clientes irão correr atrás da gente, simplismente pq nós abrimos espaços para eles???

mmm….ESPAÇO…A FRONTEIRA FINAL…..
Adorooo a NASA…..

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